O pai do meu filho

Não sei em relação às outras mães mas, não queria, nem conseguia fazer isto sozinha.

Houve um tempo em que sim. Em que ser mãe estava acima de qualquer relacionamento que poderia ter e como eram todos passageiros ponderava seriamente ter um filho sozinha.

Fico feliz que a vida (leia-se Twitter) me tenha trazido a pessoa com quem divido a minha vida é que me permite partilhar a experiência da parentalidade.

Acho que se fala pouco dos pais e da sua importância.

O Zé partilha todas as decisões comigo desde o momento em que decidimos ter um filho juntos. Esteve e está sempre presente.

Conseguimos, realmente um equilíbrio e pomos em práctica a igualdade dos géneros, sendo que essa igualdade não significa que temos de fazer exactamente as mesmas coisas. 

Eu cozinho, quase todos os dias, porque sou eu que o faço melhor. Ele ficou em casa com o Sebastião desde que ele nasceu para eu poder ir trabalhar. Todos os dias nos compensamos. Todos os dias crescemos e aprendemos juntos.

Sinto que o relacionamento com o Sebastião é igualmente repartido. O meu filho não é um ‘filho da mamã’ é um filho dos pais. Está comigo de igual maneira como está com o pai, apesar de cada um de nós ter algo de diferente na nossa relação.

Acho que nunca lhe vou conseguir agradecer o suficiente por ele ser a pessoa que é e, acima de tudo, pelo amor incondicional que preenche as nossas vidas.

E como já tinha dito antes, só ele poderia ser o pai do meu filho.

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