Lembrar coisas boas

Infelizmente, a nossa gatinha não sobreviveu a complicações relacionadas com a diabetes. Quem partilha a sua vida com animais pode imaginar como está a ser difícil para nós lidar com esta perda. Ela era e será sempre uma parte da nossa família. Hoje a nossa casa está mais vazia. Resta-nos guardar e recordar os momentos que passámos juntos e eu só posso agradecer o modo como ela me aceitou e amou num espaço que já era o dela.

Eu já tinha aqui falado como a relação dela com o Sebastião era tão especial e cúmplice. O carinho que os unia era visível e forte.  Neste momento, ele ainda não se apercebeu da sua falta. Não sei como será nos próximos dias. Sei que quando curarmos a nossa dor, queremos que ele possa partilhar da decisão de acolher outro animal. Para isso terá que ser um pouco maior. Até lá vamos nos tentar só lembrar das coisas boas.

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