A casa às costas

Eu juro que pensei que o número de malas que tinha de fazer cada vez que ía um fim-de-semana para fora iria diminuir.

Ah doce inocência da maternidade… Parece que o número de malas, saquinhos e mochilas se multiplicam à medida que os meses vão avançando. Mais roupa porque ele se suja muito mais. Mais leite, iogurtes, fruta e bolachas porque ele come muito mais (e isto é só para os lanches). Agora até já tenho uma para os brinquedos. É o livro para ler antes de deitar, as plasticinas e as formas, o dinossauro porque tinha mesmo de ir!, as braçadeiras e a boia, a bola para jogar. Os chapéus, os fatos de banho, os cremes, as fraldas, o biberão, meias, ténis e sandálias, calções e t-shirts mas se estiver frio calças e sweats, mais um casaco. O ‘fofo’ para dormir, um pijama curto e um comprido (sabe-se lá como vai estar o tempo). O tablet para vermos os desenhos animados. A escova de dentes. O saco para a praia, o saco para as mudas. A garrafa de água e a lancheira. A bolsa dos medicamentos com termómetro, ben-u-rons, soro, as gotas do nariz, a tesoura das unhas, cotonetes. Tanta coisa que parece não ter fim…

Ufa. Sempre que começo a fazer malas lembro-me sempre do Sport Billy.

SportBilly

Ninguém tem por aí uma pochete onde caiba a casa toda?

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